Winter '27 e Flow: o balanço e o checklist de outubro
A seção de Automation inteira coberta, a tese confirmada e o passo a passo do preview até produção — mais o que ficou fora das notes e segue no radar.
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Não é repost de notícia. É curadoria com contexto de projeto — releases, Flow, Revenue Cloud, Agentforce, arquitetura e carreira, reescritos a partir de uma leitura de arquiteto.
Releases, Flow, Revenue Cloud, Agentforce — com contexto de projeto real. Sem repost.
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A Winter '27 é a release em que o Flow vira engenharia: Test Mode, histórico por versão, tags, ações em massa e um Builder repensado. Neste guia eu destrincho cada novidade, uma por artigo: o que é, por que importa e como se preparar antes de a release chegar na sua org.

Winter '27 traz maturidade de engenharia ao Flow enquanto a arquitetura headless via MCP redefine como agentes e UI consomem capacidades da plataforma.
A seção de Automation inteira coberta, a tese confirmada e o passo a passo do preview até produção — mais o que ficou fora das notes e segue no radar.
Um vendedor recém-chegado ao time comercial descreveu exatamente o sintoma que todo arquiteto já viu: leads chegando o dia inteiro, múltiplas abas abertas, sensação de estar sempre correndo atrás. A causa raiz nunca é falta de clique, é falta de arquitetura de produtividade em cima de Leads e Opportunities.
Mapa oficial completo do Flow na Winter '27, direto das release notes: 12 itens de Builder, 5 de testing, guardrails de save, 4 de approval processes, 2 de orchestration e o bloco de Automation para C360 com Business Rules Engine no Agentforce.
Um profissional com 15 anos de plataforma perguntou na comunidade como preparar entrevista técnica num mundo onde IA generativa escreve Apex, Flow e integração em minutos. A dúvida é legítima, e a resposta muda o que realmente vale numa entrevista de Salesforce hoje.
Slack Code cria canais dedicados onde agentes como Claude, Copilot e Devin trabalham lado a lado com o time, mostrando diffs, previews e histórico de decisão em tempo real. Menos ferramenta isolada, mais contexto compartilhado, e um novo desafio de governança para arquitetos de plataforma.
O pacote de novidades do Slack em julho não é sobre lançar mais um recurso de IA. É sobre reduzir a dependência de você estar logado para as coisas andarem: CRM no celular, canal do Salesforce sob demanda, status agendado e um Workflow Builder que finalmente sabe iterar sobre uma lista.
Ferramentas como Claude tornaram tão fácil pedir 'faz um Flow pra isso' que a velocidade de criação disparou muito além da capacidade de documentar, revisar e entender o que foi criado. O risco não é a IA errar a automação. É ela acertar rápido demais, sem ninguém no controle da arquitetura.
Um profissional com quase 4 anos de experiência em Salesforce está apanhando no funil de recrutamento e pediu pra comunidade avaliar o currículo. O caso expõe um problema recorrente: gente tecnicamente boa que não sabe se vender no formato que ATS e recrutador esperam.
Salesforce sempre disse que mantinha suporte de API por no mínimo três anos, mas nunca tinha feito faxina de verdade nas versões antigas. Isso mudou. E se você nunca parou para revisar em que versão da API sua Apex class, seu trigger ou seu LWC estão rodando, este é o momento de fazer isso antes que vire um problema de prazo apertado.
Numa mesma semana, o ecossistema produziu três manchetes que são o mesmo assunto: a Dreamforce precisa provar que o Agentforce funciona, profissionais desconfiam de IA e a própria engenharia da Salesforce admite que confiar é mais difícil que gerar. Minha leitura de arquiteto: confiança não é sentimento nem keynote, é uma pilha de cinco andares que se constrói na org.
Erro clássico de quem tenta acessar o Workbench e esbarra em OAUTH_APP_ACCESS_DENIED. A causa quase nunca é o usuário, é a política de OAuth do Connected App mal configurada. Veja como diagnosticar e corrigir sem abrir buraco de segurança.
O Winter '27 traz um canvas mais denso para o Flow Builder: cards menores, menos arredondados, e opções de visualização para esconder API names e recolher labels e descrições. Parece cosmético, mas para quem administra flows de 40, 60, 80 elementos, é a primeira mudança de UI que ataca o problema real: espaço na tela.