
Discovery de org com IA: como transformar prompt solto em skill reutilizável
Um framework de cinco dimensões para você parar de reinventar a análise de objetos custom e automação toda vez que entra num org novo
O Radar reúne minha leitura sobre novidades, mudanças e movimentos relevantes no ecossistema Salesforce.
Não é repost de notícia. É curadoria com contexto de projeto — releases, Flow, Revenue Cloud, Agentforce, arquitetura e carreira, reescritos a partir de uma leitura de arquiteto.
Releases, Flow, Revenue Cloud, Agentforce — com contexto de projeto real. Sem repost.
// Sem spam · cancele quando quiser

Um framework de cinco dimensões para você parar de reinventar a análise de objetos custom e automação toda vez que entra num org novo
Chamar Apex invocável dentro de loops no Flow para gerar Thread IDs de Email-to-Case é um caminho certo para estourar limites DML na org. O problema não é o recurso em si, mas a granularidade da chamada. A solução passa por uma abordagem assíncrona que processa os tokens em lote, fora do contexto transacional do Flow.
A chegada do Agentforce não exige reescrever a org do zero. O desafio real de arquitetura é conectar a imprevisibilidade da IA generativa com a execução controlada e determinística dos seus Autolaunched Flows e classes Apex.
Headless 360 não cria novos padrões de integração, mas muda quem consome a plataforma. Agentes ignoram a camada de UI e exigem enforcement no core, metadata descritiva e testes para caminhos que ninguém roteirizou.
Vibe Coding — escrever código guiado por prompts de IA sem revisão crítica — chegou ao ecossistema Salesforce e traz riscos reais de governança, segurança e manutenibilidade. A abordagem pode parecer produtiva no curto prazo, mas compromete a qualidade arquitetural das implementações. Entenda por que adotar com critério é mais importante do que adotar rápido.