Flow Builder mostra ações e tools do agente sem sair do canvas
O painel de informações do agente agora exibe metadados de ações direto na tela do Flow Builder.
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O painel de informações do agente agora exibe metadados de ações direto na tela do Flow Builder.
O Flow Builder agora permite navegar pelo canvas em auto-layout usando as setas do teclado, incluindo caminhos de fault e ramificações. Também dá para usar atalhos padrão de recortar, copiar e colar elementos, o que reduz a dependência do mouse.
O canvas do Flow Builder ficou mais compacto na Winter '27, mostrando mais elementos na tela sem precisar dar zoom out ou ficar rolando. É uma mudança simples de UI, mas que muda o dia a dia de quem constrói flows grandes.
O Flow Builder passa a refletir automaticamente o tema Cosmos ativo na org, com espaçamento maior e paleta de cores atualizada. Não é uma feature funcional, mas muda a experiência diária de quem constrói flows.
O Flow Builder passa a sugerir labels automaticamente com base nas propriedades configuradas em cada elemento. Isso reduz trabalho manual sem tirar meu controle sobre nomenclatura customizada.
O Flow Builder ganha a capacidade de agrupar elementos para simplificar fluxos extensos. Isso ataca diretamente um dos maiores problemas de manutenção que vejo em orgs com automações críticas.
O Flow Builder ganhou um histórico de edições que mostra o timeline de saves, o diff das mudanças e permite restaurar ou copiar lógica de versões antigas. Isso resolve um problema real de rastreabilidade que eu enfrentava em quase todo projeto com flows críticos.
A Winter '27 traz uma opção de contexto de execução que elimina a ambiguidade entre rodar 'as user' ou 'as system' dependendo de quem chama o flow. Agora dá para travar o comportamento em uma única configuração previsível.
O debugger do Flow Builder ganhou suporte a coleções de registros e de valores primitivos como input de teste. Isso fecha uma lacuna que me incomodava há tempos: testar variáveis de coleção exigia gambiarras ou dados reais na org.