Política editorial
Escrevo sobre Salesforce para quem precisa decidir alguma coisa. Isso só funciona se você puder conferir de onde veio cada afirmação — e saber o que eu testei, o que eu li e o que eu não sei.
Quem escreve
Tudo aqui é escrito e revisado por mim, Guilherme Dornelas — Solution Architect, Salesforce MVP e Dreamforce Speaker. Não há equipe de redação nem conteúdo publicado por terceiros. Quando um texto parte de material de outra pessoa, isso aparece no próprio artigo, com link para a fonte. Minha trajetória e credenciais estão em Sobre.
Três origens, sempre declaradas
Cada artigo carrega no topo o que ele é. A distinção importa porque muda o peso do que você está lendo:
- Autoral
- Escrito do zero a partir de projeto, teste em org própria ou experiência direta. É onde está o que eu vi acontecer, incluindo o que deu errado.
- Curadoria e análise
- Parte de uma fonte pública — release note, anúncio, documentação — que eu leio, reescrevo em português e analiso com leitura de arquiteto. A fonte original fica linkada no artigo. Não é tradução: o que interessa é o que aquilo significa para quem implementa.
- Híbrido
- Parte de uma fonte pública, mas o miolo é teste ou experiência minha em cima daquilo.
Validade técnica: produto e release
Conteúdo de Salesforce envelhece por release, não por calendário: um artigo de dois anos atrás pode estar certo e um de três meses, errado. Por isso os artigos técnicos trazem um bloco dizendo a qual produto se aplicam, em qual release aquilo foi verificado e quando eu conferi pela última vez.
Há uma distinção que eu faço questão de manter visível: classificar não é revisar. Dizer a que produto um artigo se refere é etiqueta, e pode ser feito a partir do assunto. Dizer que algo foi verificado numa release é afirmação de procedência: só aparece quando eu realmente abri uma org naquela versão e conferi. Quando não houve essa verificação, o bloco diz "classificação por assunto, sem revisão técnica registrada" — e não uma data qualquer.
Artigos de opinião, carreira e comunidade não trazem esse bloco, porque não dependem de release.
Como uso IA
Uso assistência de IA na produção: para levantar fontes, organizar rascunho e revisar texto. Nenhum artigo é publicado sem eu ler, corrigir e assinar — a responsabilidade pelo que está escrito é minha, sempre.
O site também tem um recurso de perguntar sobre um artigo. Ele responde apenas com o que está publicado aqui e é instruído a dizer que não sabe quando a resposta não está no material, em vez de completar a lacuna. Mesmo assim, a resposta dele é um atalho para o artigo, não substituto da documentação oficial — e a própria interface diz isso.
O que eu não faço
- Não publico conteúdo patrocinado disfarçado de análise. Se algum dia houver parceria, virá dito no artigo.
- Não invento número de projeto, resultado de cliente ou métrica sem origem verificável.
- Não afirmo que algo funciona sem ter testado ou sem apontar a fonte que afirma.
- Não uso o site para falar mal de pessoa, empresa ou produto — crítica técnica com argumento é outra coisa.
Erros e correções
Eu erro. Quando um artigo estiver errado, corrijo o texto e atualizo a data de revisão — não apago nem reescrevo silenciosamente uma afirmação que já circulou. Se a correção mudar a conclusão do artigo, ela fica registrada no próprio texto.
Achou um erro? Me avise ou fale comigo no LinkedIn. Correção técnica bem fundamentada é bem-vinda e sempre creditada, se você quiser.
Citação e reuso
Pode citar, com link para o artigo original. Assistentes de IA têm acesso liberado ao conteúdo público — peço apenas que a resposta aponte a fonte, para quem leu poder conferir o contexto e a release a que aquilo se aplica.
Última atualização: 22 de setembro de 2026