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Brazil Dreamin' 2026 confirma programação com foco em IA, arquitetura e MCP

Evento em São Paulo reúne nomes da Salesforce e da comunidade para discutir Agentforce, arquitetura headless e automação nos dias 12 e 13 de novembro

Curadoria e análise de Guilherme Dornelas08 de outubro de 20262 min de leitura
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Brazil Dreamin' 2026 confirma programação com foco em IA, arquitetura e MCP

O Brazil Dreamin' 2026 acontece em São Paulo com formato de duas salas paralelas e programação já parcialmente confirmada, incluindo sessões sobre IA aplicada à arquitetura, MCP e headless. Lote promocional de ingressos vai até 11 de outubro.

Dia 12 e 13 de novembro de 2026, Central Park Jardins, São Paulo. Marquei na agenda e vou explicar por que você também deveria marcar, especialmente se você vive de arquitetura, dados e automação no ecossistema Salesforce e está cansado de evento que é só vitrine de slide bonito.

O Brazil Dreamin' já não precisa de apresentação para quem está há algum tempo na comunidade, mas a edição de 2026 tem uma coisa que eu, como organizador, faço questão de reforçar: o formato não é para multidão, é para conversa. Duas salas em paralelo nos dois dias, palestra de um lado, workshop e sala de trabalho do outro em alguns blocos. Você escolhe na hora, sem precisar prever três meses antes o que vai querer ouvir.

O que já está confirmado

A programação ainda está sendo fechada, mas o que já apareceu dá a direção clara de onde a comunidade brasileira está colocando energia:

  • AIforce e as novidades do Dreamforce 2026, com Daniel Hoe (VP de Marketing LatAm na Salesforce): leitura de quem acompanha de perto o que a Salesforce está empurrando globalmente e traduz para o nosso mercado.
  • Arquitetura Salesforce com IA: casos práticos e limites de uso, com Igor Sá (Claro Brasil): essa é a sessão que eu mais quero assistir sentado na plateia. Falar de limite de uso de IA em arquitetura, numa empresa do tamanho da Claro, é diferente de falar de IA em slide de demo.
  • Quando a interface deixa de ser uma tela: Headless, MCP e a nova arquitetura agêntica, com Marcos Vilela (Enterprise Architecture LatAm, Salesforce): se você ainda está pensando Agentforce só como chatbot bonitinho na Experience Cloud, essa sessão vai te tirar dessa zona de conforto. MCP e arquitetura headless são o assunto que todo arquiteto sério devia estar estudando agora, não daqui a um ano.
  • Por dentro do ecossistema Salesforce, por quem trabalha na Salesforce, com Maurício Schorsch (VP de Alianças e Canais Brasil): conteúdo de bastidor sobre programas e oportunidades de parceiro, que normalmente fica só em call fechada de partner.
  • Workshop AIforce, Salesforce além da interface na prática: mão na massa, não é palestra de palco, é sala de trabalho.

A trilha de temas também já deixa pistas de onde o evento vai pesar: Agentforce 360, Headless 360 (APIs, MCP, sf CLI), Desenvolvimento com Apex, LWC e Agentforce Vibes, e Arquitetura aparecem com mais sessões do que qualquer outro tópico. Isso não é acaso, é o reflexo de onde a plataforma está indo e de onde a comunidade sente dor real para resolver hoje.

Ingresso, lote e o detalhe que importa

Lote atual vai até 11 de outubro: R$ 150 por um dia, R$ 250 pelos dois. Depois disso sobe para R$ 199 e R$ 325. Cada dia tem vaga própria e lista de espera própria, então dá para escolher só o dia 1 ou só o dia 2 sem perder a vaga do outro.

A diferença que eu defendo pessoalmente, e que faz esse evento valer a viagem, não é o conteúdo no palco. É o que acontece depois: conversa de corredor com quem apresentou, networking com gente resolvendo o mesmo problema que você, patrocínio sempre identificado como patrocínio (sem disfarce de conteúdo técnico). Quem já foi em 2025 sabe do que estou falando.

// Por que isso importa

Para quem trabalha com Revenue Cloud, Data 360, Flow ou Agentforce no dia a dia, evento de comunidade como esse é onde você descobre antes de todo mundo o que está funcionando de verdade em produção, e não só no release note. Sessão sobre limites de uso de IA em arquitetura, feita por quem implementou numa operação do porte da Claro, vale mais do que uma hora de Trailhead. E a trilha de Headless e MCP sinaliza que o mercado brasileiro já está discutindo arquitetura agêntica séria, não só proof of concept de chatbot.

Para quem lidera time ou precisa justificar orçamento de capacitação, o evento também serve como termômetro: se Agentforce 360, APIs e arquitetura dominam a programação, é sinal de que essas são as competências que o mercado vai cobrar da sua equipe em 2026.

// Minha leitura

Eu estou no meio disso como organizador e palestrante, então não vou fingir neutralidade: acredito nesse formato porque já vi funcionar na prática, a conversa de corredor resolve mais dúvida de arquitetura do que muita consultoria paga. Mas o dado objetivo que me deixa mais animado para 2026 é o peso que Headless, MCP e arquitetura agêntica já têm na grade antes mesmo do evento fechar, isso mostra que a comunidade brasileira não está só consumindo a novidade da Salesforce, está discutindo limite, risco e caso real de uso.

// Como aplicar na prática
  • Garanta a vaga ainda no lote atual (até 11/10), principalmente se a decisão de participação depende de aprovação orçamentária da empresa, já tem o material pronto para montar a carta para o gestor.
  • Escolha o dia certo conforme seu papel: dia 1 parece mais puxado para estratégia e arquitetura de IA, com a abertura, AIforce e a sessão de headless/MCP; dia 2 tem o workshop mão na massa de AIforce e a sessão de ecossistema de parceiro.
  • Se você é arquiteto ou dev, priorize as sessões de Headless 360 e Arquitetura: é onde a conversa de corredor costuma render mais insight técnico do que o próprio palco.
  • Quem pensa em palestrar ou patrocinar, os formulários de call for papers e patrocínio já estão abertos, vale submeter cedo enquanto a grade ainda tem espaço.
// Pontos de atenção

A programação ainda está em formação, então boa parte das sessões divulgadas agora é só a ponta do que vai sair até novembro. Não trate a lista atual como grade final para montar sua agenda de viagem. Outro ponto prático: como cada dia tem lote e lista de espera independentes, quem quer os dois dias não deve esperar o lote virar para decidir, a vaga do segundo dia não fica reservada automaticamente.

Fonte original:Brazil Dreamin'

Este conteúdo foi reescrito e analisado editorialmente em português a partir de informações públicas da fonte indicada.

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