Product Catalog Management: o catálogo como fonte única da verdade
Por que o PCM existe, seu modelo de dados (Catalog → Category → Product2), Selling Models, tipos de produto e o ecossistema de atributos reutilizáveis.
O Radar reúne minha leitura sobre novidades, mudanças e movimentos relevantes no ecossistema Salesforce.
Não é repost de notícia. É curadoria com contexto de projeto — releases, Flow, Revenue Cloud, Agentforce, arquitetura e carreira, reescritos a partir de uma leitura de arquiteto.
Releases, Flow, Revenue Cloud, Agentforce — com contexto de projeto real. Sem repost.
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Por que o PCM existe, seu modelo de dados (Catalog → Category → Product2), Selling Models, tipos de produto e o ecossistema de atributos reutilizáveis.
Nem toda venda passa pelos mesmos passos. Neste quarto post da série, mostro os dois caminhos até a Order (B2C direto e B2B com aprovação), o pré-requisito de configuração que faz o Create Order funcionar, quando dividir em múltiplas Orders e como a ativação transforma Order Products em Assets na Account.
O CPQ segue funcionando, mas virou plataforma sem futuro de investimento. Neste post eu leio os sinais que a própria org dá quando chega a hora de migrar, o que o Revenue Cloud muda de verdade na fundação, quando ainda não vale migrar e um roteiro prático de três movimentos para decidir com número, não com hype.
Se o Price Book dá o preço inicial, o Pricing Waterfall mostra como ele desce degrau a degrau até o Net Price. Neste terceiro post da série, percorro os estágios oficiais do CPQ, os campos reais da Quote Line e o que muda com as Pricing Procedures do Revenue Cloud.
Conta contratada volta a preço de lista. Rep edita desconto e nada muda. Quote e order calculam valores diferentes na mesma linha. Isso não é bug aleatório: é a pricing procedure seguindo exatamente o que foi configurada para fazer, só que ninguém checou os elementos certos. Aqui está o roteiro de diagnóstico que uso antes de abrir qualquer chamado com a Salesforce.
Toda empresa que herda um segundo CRM (por fusão, aquisição ou simplesmente porque marketing não larga o HubSpot) faz a mesma pergunta: dá para integrar com Revenue Cloud? Dá. Mas a arquitetura por trás dessa resposta simples é onde mora o projeto de verdade.
O Summer '26 do Agentforce Revenue Management (ex-Revenue Cloud) não muda como você desenha o produto, mas muda como o rep cota, o aprovador aprova e o admin configura usage-based. Seis melhorias pontuais que, somadas, tiram tempo real do ciclo de deal.
Uma arquitetura de sistemas financeiros fragmentada é o maior gargalo de crescimento para empresas. Entenda como unificar faturamento, despesas e IA preditiva no ecossistema Salesforce sem criar dívida técnica.
Agentforce Revenue Management é a aposta da Salesforce para automatizar e orquestrar processos de receita com agentes de IA nativos da plataforma. Neste primeiro post da série, entendo o que é a solução, como ela se posiciona na stack e por que isso importa para arquiteturas de Revenue Cloud.
Entenda o que é Salesforce Revenue Cloud, como ele conecta CPQ, pricing, contratos, pedidos e billing, e conheça a trajetória internacional de Guilherme Dornelas nessa área.
A Salesforce anunciou a compra da m3ter para trazer capacidades nativas de faturamento baseado em uso e tarifação em alta escala para o Revenue Cloud, visando flexibilidade comercial na era da Inteligência Artificial.
A evolução do Salesforce CPQ (pacote) para a plataforma nativa atinge a maturidade no Spring '26, agora sob o nome Agentforce Revenue Management (ARM). As novidades resolvem gargalos crônicos de performance com Instant Pricing seletivo e entregam visibilidade real de precificação com o novo Revenue Operations Console.